Bíblia de Estudo de Genebra



A Bíblia de Genebra é a segunda mais popular versão da Bíblia no idioma inglês, ficando atrás apenas da King James. A Bíblia de Genebra precede a Bíblia King James em 51 anos. Versões em outros idiomas, baseadas na edição inglesa, foram produzidas em países onde o calvinismo possui adeptos.


Esta versão da Bíblia Sagrada é significativa, porque foi pela primeira vez que uma Bíblia foi impressa mecanicamente, produzida em massa, sendo assim disponibilizada diretamente para o público em geral, além de vir com uma variedade de guias de estudo das Escrituras e auxiliares (chamados coletivamente de um aparelho), que incluiu citações do verso citado que permitem que o leitor faça uso de referências cruzadas dum versículo com inúmeros versos relevantes no resto da Bíblia, incluía também introduções para cada livro da Bíblia que agia para resumir todo o material que cada livro cobriria, mapas, tabelas, ilustrações em xilogravura, índices, bem como outros recursos incluídos -. todos de que acabaria por levar à reputação da Bíblia de Genebra como a primeira de Estudo da história da Bíblia.

A Bíblia de Genebra é fortemente usada por ministros, líderes e membros de denominações de teologia reformada - presbiterianos, congregacionais, anglicanos e batistas - por conter, além dos textos bíblicos propriamente ditos, uma série de recursos: quadros doutrinários, notas de rodapé explicando os textos bíblicos sob a ótica reformada, textos de introdução a cada livro bíblico e mapas das regiões onde teriam ocorrido os eventos narrados na Bíblia.

Mas devido a sua qualidade e erudição o alcance e usa da Bíblia de Genebra acaba ultrapassando as fronteiras das igrejas e líderes reformados atingindo até os pentecostais e neo-pentecostais. É interessante notar a participação do conhecido batista Wayne A. Grudem, do Phoenx Seminary, entre os colaboradores da "Spirit of the Reformation Study Bible", nome original da versão em inglês da Bíblia de Estudo de Genebra (Edição Revista e Ampliada). Isso mostra a abrangência da teologia reformada e do uso da Bíblia de Estudo de Genebra.



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